sexta-feira, 12 de novembro de 2010

QUANDO SE VIVE PELO IMPULSO...

Uma situação imprevista – é o suficiente para uma reação explosiva! É um fenômeno inconsciente. O cérebro capta uma imagem, uma voz, algo que supostamente possa te prejudicar. Em milésimos de segundo, é preciso fazer uma escolha. O coração acelera, o sangue ferve e parece estar agora todo concentrado na cabeça.

Sentimos insegurança | Visualizamos o que nos ameaça | Reagimos

Geralmente reações impulsivas são do tipo: “ Ontem meu namorado atendeu o telefonema de um amigo dele que eu não suporto! Eu fiquei com muita raiva, e dei dois tapas na cara dele e uma mordida.
Eu fiz isso sem pensar, porque eu acumulei isso por muito tempo. Pedi desculpas, meu namorado aceitou, depois de muita insistência minha, mas estou com medo que ele mude comigo. Sei que sou humana e errei, mas nunca fiz isso antes, e nunca mais vou fazer. Ele chorou muito e disse que me ama, mas sinto que as coisas nunca mais serão as mesmas.
Estou muito arrependida e me sentindo a pior pessoa do mundo. Ele ainda está comigo e disse que precisa de um tempo para esquecer o que aconteceu, mas estou me sentindo a pior pessoa do mundo. O que eu faço pra remediar essa situação e tentar fazer ele ficar feliz de novo comigo, como sempre foi?”

Quantas pessoas, em alguns poucos segundos, destruíram toda a sua vida, por se deixarem dominar pelo impulso?

E o que fica depois – a culpa que corrói por dentro, pensamentos que acusam, medo do que virá como consequência. Nunca se podemos esperar nada bom como resultado de uma atitude impulsiva!

E como se chega a ser um Servo do Impulso?

Quando a ira, o egoísmo, e arrogância já se tornaram seus “Senhores”, quando já não se pensa mais em nada, somente se atua na base do “olho por olho, dente por dente”. Mas o que fazer? Como me livrar destes malditos algozes? Como não agir quando estes sentimentos te impulsionam dizendo:Sirva-me.
Existe um princípio básico de sobrevivência:

antes de reagir!

Pensar Os forte usam as idéias, os fracos usam as armas.”
Dr. Augusto Cury

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